Considerado a Meca do trekking brasileiro, a Chapada Diamantina possui como principal característica o ambiente seco da Caatinga. As pequenas porções de Mata Atlântica também se destacam, em especial entre os paredões dos cânions e os profundos vales. Foi no ambiente úmido e bastante verde deste bioma que a equipe AventurasECO registrou uma gama de incríveis imagens da fauna e flora de uma das mais perigosas travessias do Parque – a Trilha do 21, que vai de Lençóis ao Vale do Capão ou vice-versa.
Ao chegar a Lençóis o tempo se encontrava fechado, céu nublado e aquela atmosfera de dia anoitecendo. Iniciamos a trilha por volta das 06h00min h da manhã, fizemos os primeiros registros logo nos metros iniciais da rodoviária ao centro da cidade. A trilha em direção à Cachoeira do 21 começa ao lado do principal hotel da cidade . A caminhada inicial até o topo da Serra do Grisante levou pouco mais de 2 horas, pois, é no seu topo onde a trilha se bifurca em determinado ponto, e as trilhas de travessia se mostram.
Como nosso destino era a travessia mais técnica do PNCD, deixamos de lado a trilha da direita – também conhecida como Trilha das Mulas, e passamos a deixar nossas pegadas na trilha da esquerda descendo em direção ao Rio Ribeirão, o mesmo que mais embaixo forma a famosa Cachoeira do Sossego. Fizemos nossa primeira parada para um café e uns registros e logo em seguida atravessamos o rio objetivando adentrar o cânion do Rio Fundão, por onde a travessia do 21 prosseguia.








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